The Wolfmen – Modernity Killed Every Night
18/10/2009

A formação do The Wolfmen marca um reencontro. Pelo menos de influências da dupla Marco Pirroni e Chris Constantinou. Ambos tiveram contato com Adam Ant (músico inglês líder da banda Adam & The Ants entre 1977 a 1982), seja na sua carreira solo, caso de Constantinou; como na banda Adam & The Ants, caso de Pirroni. Isso foi marcante para a carreira e a formação de ambos, que agora, culmina no debut, “Modernity Killed Every Night”, que absorveu toda a influência da efervescente transição entre o punk britânico do final dos anos setenta para a proposta pós-punk/new wave da época. “Modernity Killed Every Night” trás, além disso, toda uma atmosfera densa e ao mesmo tempo envolvente vista nos vocais de Constantinou aliados à criatividade de Pirroni nas guitarras.
O álbum abre com a faixa “Needle In The Camel’s Eye”, cover de Brian Eno, e tem grandes momentos em faixas que a priori já são hits de “Modernity Killed Every Night”, como “Jackie says”, “Cecilie”, “Better days” além de “Buzz me Kate”. Uma banda que debuta assim, com certeza, tem vida longa.
A Volta do Wolfmother
18/10/2009
Quatro anos após arrebatar o mundo do rock resgatando o melhor do rock dos anos 70, numa verdadeira reencarnação moderna de bandas como Led Zeppelin e Black Sabbath, a banda australiana Wolfmother está de volta. E com mudanças na sua formação. O grupo, que antes era um powertrio, teve a saída do baixista Chris Ross e do baterista Myles Heskett. Deram lugar a eles o guitarrista Aidan Nemeth, o baixista Ian Peres e o baterista Dave Atkins, formando então um quarteto para dar mais consistência sonora ao grupo.
“Cosmic Egg” é o nome do recém-lançado disco da banda, que à primeira impressão parece trazer mais do som que a consagrou no seu álbum debut, Wolfmother (2005). Abaixo, o vídeo do primeiro single do disco, “New Moon Rising”:
Monsters of Folk
17/10/2009

Estamos nos referindo a uma verdadeira superbanda, montada por Jim James (My Morning Jacket), M.Ward, Mike Mogis e Conor Orbest (os dois últimos integrantes do Bright Eyes, sendo Conor o mentor). Esta banda é o “Monsters of Folk”, que apesar da brincadeira grandiosa do nome, reflete sim um elenco bem selecionado da folk music em sua formação. Entretanto, apesar da referência ao folk, a constatação ao se ouvir o primeiro álbum do grupo, logo na primeira faixa, “Dear God (sincerely M.O.F.)” é que o disco tende mais para o rock tradicional e algumas influências do country. Tudo peneirado pelas características de cada um, mutáveis de acordo com a canção: lo-fi, alternativo, pop…
A grande música do disco, sem dúvida é “The Right Place”, agradável na primeira audição. Esta ganhou também um vídeo simplório, que pode ser conferido aqui. Outras canções interessantes são: “Say Please” e “Goodway”. A banda está em tour pela América do Norte até o fim do ano.
Um momento de Gil e Caetano
16/10/2009
Roubei esse video do Blog do Luis Nassif.
É muito bom!
Um momento de Gil e Caetano: Máquina de Ritmo
Don’t Stop Now – tributo ao Guided by Voices
11/10/2009

Saiu pela Transfusão Noise um tributo ao Guided By Voices chamado “Don’t Stop Now“, onde 31 bandas brasileiras tocam grandes sons que formaram a carreira da banda capitaneada por Robert Pollard. Músicas como “No Sky” tocada pela banda Código Verona, “Everybody Thinks I’m a Raincloud”, uma ótima versão feita pela banda Superguidis, “Everywhere With Helicopter” por Kid Vinil Xperiense , “Echos Myron” por Continental Combo, além da versão de “Teenage FBI” feita pela banda gaucha Modernage, já dão a tônica dessa coletânea, que serve de ensejo para quem não conhece essa banda de estilo inconfundível e que influenciou tantas e tantas bandas durante sua trajetória!
Onde encontrar: