tw2

A formação do The Wolfmen marca um reencontro. Pelo menos de influências da dupla Marco Pirroni e Chris Constantinou. Ambos tiveram contato com Adam Ant (músico inglês líder da banda Adam & The Ants entre 1977 a 1982), seja na sua carreira solo, caso de Constantinou; como na banda Adam & The Ants, caso de Pirroni. Isso foi marcante para a carreira e a formação de ambos, que agora, culmina no debut, “Modernity Killed Every Night”, que absorveu toda a influência da efervescente transição entre o punk britânico do final dos anos setenta para a proposta pós-punk/new wave da época. “Modernity Killed Every Night” trás, além disso, toda uma atmosfera densa e ao mesmo tempo envolvente vista nos vocais de Constantinou aliados à criatividade de Pirroni nas guitarras.

O álbum abre com a faixa “Needle In The Camel’s Eye”, cover de Brian Eno, e tem grandes momentos em faixas que a priori já são hits de “Modernity Killed Every Night”, como “Jackie says”, “Cecilie”, “Better days” além de “Buzz me Kate”. Uma banda que debuta assim, com certeza, tem vida longa.

Quatro anos após arrebatar o mundo do rock resgatando o melhor do rock dos anos 70, numa verdadeira reencarnação moderna de bandas como Led Zeppelin e Black Sabbath, a banda australiana Wolfmother está de volta. E com mudanças na sua formação. O grupo, que antes era um powertrio, teve a saída do baixista Chris Ross e do baterista Myles Heskett. Deram lugar a eles o guitarrista Aidan Nemeth, o baixista Ian Peres e o baterista Dave Atkins, formando então um quarteto para dar mais consistência sonora ao grupo.

“Cosmic Egg” é o nome do recém-lançado disco da banda, que à primeira impressão parece trazer mais do som que a consagrou no seu álbum debut, Wolfmother (2005). Abaixo, o vídeo do primeiro single do disco, “New Moon Rising”:

Monsters of Folk

17/10/2009

monstersoffolk

Estamos nos referindo a uma verdadeira superbanda, montada por Jim James (My Morning Jacket), M.Ward, Mike Mogis e Conor Orbest (os dois últimos integrantes do Bright Eyes, sendo Conor o mentor). Esta banda é o “Monsters of Folk”, que apesar da brincadeira grandiosa do nome, reflete sim um elenco bem selecionado da folk music em sua formação. Entretanto, apesar da referência ao folk, a constatação ao se ouvir o primeiro álbum do grupo, logo na primeira faixa, “Dear God (sincerely M.O.F.)” é que o disco tende mais para o rock tradicional e algumas influências do country. Tudo peneirado pelas características de cada um, mutáveis de acordo com a canção: lo-fi, alternativo, pop…

A grande música do disco, sem dúvida é “The Right Place”, agradável na primeira audição. Esta ganhou também um vídeo simplório, que pode ser conferido aqui. Outras canções interessantes são: “Say Please” e  “Goodway”.  A banda está em tour pela América do Norte até o fim do ano.

Roubei esse video do Blog do Luis Nassif.

É muito bom!

Um momento de Gil e Caetano: Máquina de Ritmo

Capa

Saiu pela Transfusão Noise um tributo ao Guided By Voices chamado “Don’t Stop Now“, onde 31 bandas brasileiras tocam grandes sons que formaram a carreira da banda capitaneada por Robert Pollard. Músicas como “No Sky” tocada pela banda Código Verona, “Everybody Thinks I’m a Raincloud”, uma ótima versão feita pela banda Superguidis, “Everywhere With Helicopter” por Kid Vinil Xperiense , “Echos Myron” por Continental Combo, além da versão de  “Teenage FBI” feita pela banda gaucha Modernage, já dão a tônica dessa coletânea, que serve de ensejo para quem não conhece essa banda de estilo inconfundível e que influenciou tantas e tantas bandas  durante sua trajetória!

Onde encontrar:

Transfusão Noise

Midsummer Madness

Pisces Records

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.